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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

The Weird Love: Estranho Amor de Francesco Tortorella

The Weird Love: Estranho Amor de Francesco Tortorella
The Weird Love é uma série de ilustrações que retratam o lado estranho do amor. A série é criação do designer gráfico italiano Francesco Tortorella.

The Weird Love retrata mais do que o lado estranho do amor, de certa forma o trabalho de Tortorella retrata o amor de forma mais realística, mostrando de forma clara aquilo que não é contado em versos românticos.

Utilizando traços carregados para criar personagens que remetem à monstros e figuras caricatas, o artista utiliza um contraste entre a sutileza do sentimento e a forma como ele se manisfesta.

Essa característica é ressaltada pelo uso das cores fortes e situações retratadas. As cores são um elemento importante para a construção desse sentimento de ambiguidade e estranhamento, que são provocados ao admirarmos as ilustrações de Tortorella.

Ao optar por cores fortes e escuras, o artista desconstrói o nosso senso comum, acostumados a cores leves e traços suaves quando o tema é Amor. Outro elemento que merece destaque são as frases presentes em cada ilustração, que acentuam a intenção do trabalho, dando um toque de ironia.

 The Weird Love chama a atenção não só pelo conceito em si, e beleza das ilustrações, mas por conseguir retratar o lado real de um dos sentimentos mais idealizados da humanidade. Mãos dadas, carinhos, flores e corações dão lugar a cenas de sexo, obsessão e ódio.

The Weird Love: Estranho Amor de Francesco Tortorella


Um trabalho interessante, sóbrio, contemporâneo e bonito. Francesco Tortorella estudou no Istituto Europeo di Design Roma, e trabalha como diretor de arte. Para saber mais sobre o artista, perca seu tempo aqui.


The Weird Love: Estranho Amor de Francesco Tortorella

The Weird Love: Estranho Amor de Francesco Tortorella

The Weird Love: Estranho Amor de Francesco Tortorella

The Weird Love: Estranho Amor de Francesco Tortorella


The Weird Love: Estranho Amor de Francesco Tortorella

sábado, 1 de setembro de 2012

Tom Gallant: Arte Feita Com Pornografia.

A pornografia pode ser arte? Para Tom Gallant ela pode pelo menos ser transformada em arte.

Tom Gallant é um artista norte-americano que transforma, através de recortes, cenas de sexo explícito em obras de arte inspiradas na era vitoriana.

Utilizando um bisturi e realizando cortes precisos, Gallant realiza um trabalho magnífico. Os desenhos de suas telas apresentam uma leveza de traços e formas que servem para esconder as verdadeiras imagens presentes no trabalho.

Seu trabalho é criativo e inusitado, uma vez que sua técnica poderia ser utilizada em qualquer outro tipo de material. Nas palavras dele:

"Eu uso a pornografia como uma representação de nossa cultura visual, as ideias subjacentes são usadas para relacionar temas e conceitos, seja a idolatria da juventude, da carne, do sexo ou a exploração da mulher e do feminino. A pornografia é o meio, mas não a mensagem."

A arte de Gallant merece atenção, se não pelo meio que utiliza, por sua técnica precisa e pelas belas telas criadas.

É necessário um olhar um pouco mais demorado sobre suas telas para identificar os traços, contornos e cenas pornográficas, assim como a metáfora que é construída.

Estaria nossa cultura de valorização do corpo, da estética e da beleza banalizando o erotismo?
É claro que a arte de Gallant merece uma reflexão mais profunda. Ele deixa claro que a pornografia não é a mensagem, mas ela não está ali à toa.

Um trabalho impressionante. Se você gostou perca seu tempo aqui.


TOM GALLANT

TOM GALLANT

TOM GALLANT

TOM GALLANT

TOM GALLANT

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

'030'

'030' é um clipe produzido por The Good and The Bad, uma banda dinamarquesa que já foi definida como "parecida com sexo – com a diferença de que dura mais", se você quiser saber algo mais a respeito vai ter que fazer o cadastro no site oficial do clipe.

Se gostar do que escutar e assistir, o download  pode ser feito de forma gratuita, no mesmo site.

O vídeo possui uma excelente expressão visual e poderia ser nominado como Fetiche, a ideia é simplesmente mesclar o conceito sexy com o de rock´n roll. Aliás essa é a ideia da banda como um todo.

Um leve erotismo para começar o final de semana. A sensação pós sexo é inevitável.

Presente de sexta.

Site do projeto, aqui.



'030' by The Good The Bad (UNCUT) from 030 on Vimeo.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Naked Girls Reading (Garotas Nuas Lendo)

A leitura é realmente um prazer muito grande, mas muitas vezes essa atividade acaba ganhando um estereótipo de chata, é o caso dos famosos grupos de leitura e mesas de debate.

Tendo essa percepção, um grupo de mulheres de Chicago, E.U.A., fundou um grupo de leitura onde as mulheres tiram a roupa e leem, nada mais, nada menos, apenas abrem os livros e leem nuas.

O Grupo foi formado em 2009 por Michelle L’amour e Franky Vivid, artistas de shows eróticos que ficaram conhecidas mundialmente. Os temas são variados, passando por quase todos os estilos, desde poesia à literatura de horror.

As apresentações são feitas para um pequeno público, pré selecionado, utilizando fotos, vídeos e performances ao vivo. O valor para assistir o show varia entre 15 e 35 dólares, mas se quiser ficar mais próximo das mulheres paga-se a bagatela de: um ingresso por 20 dólares ou dois ingressos por 35 dólares.

Não sei qual a intenção e nem se há alguma, mas o fato é que o Naked Girls Reading está ganhado projeção, mas as produtoras advertem : "é um conceito muito simples, são garotas nuas lendo. Não há nada mais que isso. "

Mais sobre o Naked , aqui.

Videos e Fotos, aqui.





quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Quadrinhos Eróticos - Parte 4

Os três livros
Lost Girls é a obra de  Alan Moore e Melinda Gebbie. É  a arte máxima dos quadrinhos eróticos, Alice ( do País das maravilhas), Wendy (Peter Pan) e Dorothy ( Mágico de Oz) são as protagonistas dessa obra.

A história acontece em 1913, em um hotel, na Suíça, no qual elas se encontram para uma temporada de férias. Isso tudo em volta com a 1° Guerra Mundial que se aproxima.

Ao se encontrarem por acaso, as três se tornam amigas inseparáveis, e guiadas por Alice, já uma velha sexagenária, elas revelam suas aventuras sexuais, ao mesmo tempo que vivem outras no hotel.

A genialidade está em usar três ícones da literatura infantil e carregá-las para a idade adulta, fazendo do sexo o elemento que as tornam reais. A história e recheada de cenas de sexo entre as protagonistas, e delas com hóspedes e funcionários do hotel.

O desenrolar da história acontece por meio de depoimentos e  flashbacks da vida delas. O caráter psicológico também está lá, carregado em cada detalhe.

O enredo é genial, e trabalha a personalidade das personagens remontando desde suas infâncias:


Dorohy, Alice e Wendy.


 Wendy,  conhece um garoto desabrigado chamado Peter Pan, e os meninos perdidos, que moram  em um parque. Onde ela e seus irmãos o frequentarão para encontros sexuais, com Peter e o garotos em um verão, quando Wendy tinha dezesseis anos.


Dorothy, teve encontros sexuais com três fazendeiros e, mais tarde, com seu pai, quando contava apenas dezesseis anos. Quando um ciclone atingiu o Kansas,  ela ficou presa em sua casa.

Foi durante a tempestade que ela experimentou seu primeiro orgasmo.

Alice manteve relações sexuais, primeiramente com um homem, e depois com várias garotas e mulheres enquanto freqüentava uma escola só para meninas, aos quartoze anos.

Sua preferência por mulheres vem do fato de que, ela foi estuprada várias vezes, só conseguindo aguentar a dor porque se concentrava em um espelho que ficava na parede da sala.
 
A história é dividida em 3 volumes, e termina com a fuga do hotel, depois de uma orgia ao som das bombas da guerra se aproximando.
 
Se a história não interessou, dê uma olhada pela arte, as páginas são  feitas com uma qualidade impressionante e técnicas de pintura. São, na verdade, pinturas. Os traços são minimalistas e sutis, as cores são vivas e fazem parte do todo que compõe essa obra.
 
A história, segundo Alan Moore, pretende colocar a pornografia e o erotismo em local digno dentro da cultura contemporânea, e ao meu ver consegue. No Brasil saiu pela editora Devir.

Página Interna



Saiba mais sobre Alan Moore aqui.





domingo, 19 de setembro de 2010

Quadrinhos Eróticos - Parte 3


Capa

OMAHA -  A STRIPPER , é um quadrinho independente da década de 70, que acabou ganhando destaque na contracultura por representar um mundo de sexualidade e corrupção, bastante reais.

A grande sacada foi utilizar personagens animais, ora são gatos, ora cachorros, mas não se assustem, não tem nada de bizarro.

As características visuais das personagens são 99% humanas, o resto foi um recurso utilizado para fazer uma metáfora da sociedade, criticando as leis puritanas do E.U.A, que ganhavam força naquela época.

Omaha é diferente dos outros quadrinhos eróticos  por que apresenta uma história sexualmente erótica, narrada em tempo real, com a persongem principal sendo uma dançarina de stripper.

A Personagem faz parte de um mundo de sexualidade, vaidade, desejos e sexo explicito, aliado a isso se tem um roteiro sólido, no qual as histórias dão continuidades umas as outras, em uma estrutura de novela.

 O realismo da história é um fator a parte e extremamente importante, pela primeira vez em quadrinhos eróticos, as situações sexuais eram narradas com exatidão, com conceitos de tempo, o que dava a perceber que quem escrevia a história tinha realmente participado das experiências sexuais.

 A arte em preto e branco, o contexto histórico, e a proximidade da realidade fazem de Omaha um clássico dos quadrinhos eróticos. A revista era concebida por Reed Waller e  Kate Worley, uma parceira completa entre arte( Reed) e roteiro (kate). No Brasil saiu pela editora Conrad.

Aqui.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Quadrinhos Eróticos - Parte 2

Garotas de Tóquio é o nome do trabalho de Frédéric Boilet, que é um desenhista de mangá, naturalizado japonês.

Nessa obra ele utiliza sutileza para transformar o erotismo em poesia, as histórias quase não possuem falas, mas são verdadeiros poemas visuais.

Elas são feitas por meio de fotos tratadas, desenhos ou até mesmo aguarelas. São 7 histórias curtas, todas com caráter poético, altamente sensuais.

Boilet mostra traços de uma sensibilidade latente, que faz com que o erotismo presente se transborde do visual/textual para a ideia de arte em si.

A graphic novel é uma obra de arte, que com o recurso meta linguístico agrada até os gostos mais conservadores.

Garotas de Tóquio poderia ser facilmente vendida como um livro de ilustrações artísticas, não fosse pelo fato de que só faz sentido dentro dos seus textos monossilábicos. No Brasil saiu pela editora Conrad.

Para saber mais, perca seu tempo aqui.

Página de "Garotas de Tóquio"

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Quadrinhos Eróticos - Parte 1

















Milo Manara é o quadrinhista  responsável pela série Click, que é dividida em quatro edições.

 A história é sobre uma jovem, Claudia Christiani, que repudia homens e o sexo. Casada, ela não suporta os assédios do seu marido e dos amigos dele. O que Claudia não sabe é que existe um aparelho que pode mudar sua maneira de ser, trasnformando-a em ninfomaníaca.

Esse aparelho foi desenvolvido pelo Dr. Fez, amigo de seu marido que, de forma nada educada, o instala em Claudia. A arte de Milo Manara é extremamente sensual, sem ser vulgar. O roteiro das aventuras sexuais de Claudia, em alguns momentos, são um pouco fracos, tendo como ponto alto o volume 1 e 2.

No todo, Clic é uma ótima série de erotismo, que revitaliza e mostra todo o potencial de Milo, no seu
melhor trabalho.