The Alchemy of Light (A Alquimia da Luz) é uma performance de dança, realizada pelo artista Dandypunk. Dandypunk é o personagem criado por Joel Sebastian baseado no ideal "faça você mesmo". Segundo Sabastian ele é um personagem que foi criado para si, e para os outros, com o objetivo de inspirar a criatividade e excentricidade cotidiana.
Joel Sebastian também é um artista performático veterano do Cirque du Soleil.
The Alchemy of Light é uma performance de dança realizada por meio de interação com um cenário urbano e projeções de imagens de luzes em 3D.
O artista passa todo o tempo interagindo com imagens digitais que são projetadas nas paredes, o que nos leva em uma viagem de fantasia, com mundos e personagens estranhos. Mais do que uma simples dança, se trata de um espetáculo artístico de ilusão.
As coreografias criadas deixam claro a excelência do artista, que possui uma expressão corporal e técnica perfeitas, ao mesmo tempo em que demonstra algo visceral e sincero.
Dandypunk dança com as imagens, realizando contorções e movimentos fantásticos, de forma leve e extremamente sincronizados, fato que é o grande destaque da performance.
No entanto, são os efeitos visuais que realçam e criam a estética necessária para que o espetáculo ganhe a fantasia necessária para funcionar.
contraste criado entre os elementos é a chave da performance, é soturno, estranho e ao mesmo tempo belo.
The Alchemy of Light é mais um exemplo de que a arte e tecnologia podem caminhar juntas, criando novas oportunidades e revelando ambientes não explorados.
Dandypunk dança um verdadeiro balé moderno, fruto da alquimia da luz com as sombras.
Para saber mais sobre o Dandypunk, perca seu tempo aqui.
Comprimidos para passar a dor, e o tédio. Remédios para o cotidiano em forma de resenhas, textos, vídeos, dicas e alimento.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Apocalypse Pizza Video: Zumbis, Pizza e a Bela Paris
Apocalypse Pizza Video é uma animação que bebe na fonte da cultura pop e filmes de terror B. Basicamente ela pode ser resumida assim: entregadores de pizza em uma Paris infestada de zumbis.
Como se isso já não fosse suficiente, para fazer essa animação valer a pena, ainda temos a ótima arte de Andres Fernandez.
Pelo que entendi, Fernandes ainda não conseguiu terminar o curta, e lançou o teaser abaixo para ver se consegue recursos e meios para terminar o projeto, que pode até virar uma série de animação.
Mesmo sem ter um trabalho completo, é possível conferir várias artes conceito no Facebook do projeto. O estúdio responsável é o Je Suis Bien Content.
Ideia insana e divertida. Até a controversa trilha sonora faz todo o sentido nesse contexto.
Divirtam-se:
Apocalypse Pizza por blankytwo
Facebook, aqui.
Estúdio Je Suis Bien Content, aqui.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Lovefield: Terror, Suspense e Drama. Um Curta de Mathieu Ratthe.
Lovefield é um curta de 2008, realizado por Mathieu Ratthe. Ratthe é um cineasta, produtor e diretor canadense, que entre outras coisas é um grande fã de Stephen King.
Lovefield foi seu primeiro trabalho, realizado sem dinheiro e com ajuda de amigos. Lovefield deveria ser uma amostra do que ele poderia ser, ou fazer, como cineasta. Seria sua chance de aparecer para o mundo do cinema.
A verdade é que Lovefield funcionou. Ratthe merece toda a atenção como novo cineasta. Seu primeiro trabalho leva o espectador à uma avalanche de emoções, rápida e furiosa.
Seu trabalho é impecável, todos os elementos funcionam com maestria. Roteiro, fotografia e som trabalham de forma correta, criando a expectativa para o desfeche final.
A tensão criada com menos de um minuto é coisa de gênio, os outros quatro minutos são a prova de que esse efeito não foi sorte de principiante. Com certeza um dos melhores curtas que eu vi recentemente.
Terror, suspense e drama estão presentes em perfeita sintonia. Mas não se deixe enganar, assista até o final e se delicie com esse maravilhoso trabalho.
(Peço que os leitores que não gostam de terror, ou suspense, deixem seus preconceitos de lado, pois o curta vale cada segundo)
Em uma entrevista, Mathieu disse: "... Eu fiz esse curta sem dinheiro e pedindo favores de todos os lados. Espero que no futuro próximo eu possa mostrar a visão que eu realmente tinha em mente e não apenas parte dela..."
Como eu já disse: gravem esse nome.
Outros trabalhos, aqui.
Lovefield foi seu primeiro trabalho, realizado sem dinheiro e com ajuda de amigos. Lovefield deveria ser uma amostra do que ele poderia ser, ou fazer, como cineasta. Seria sua chance de aparecer para o mundo do cinema.
A verdade é que Lovefield funcionou. Ratthe merece toda a atenção como novo cineasta. Seu primeiro trabalho leva o espectador à uma avalanche de emoções, rápida e furiosa.
Seu trabalho é impecável, todos os elementos funcionam com maestria. Roteiro, fotografia e som trabalham de forma correta, criando a expectativa para o desfeche final.
A tensão criada com menos de um minuto é coisa de gênio, os outros quatro minutos são a prova de que esse efeito não foi sorte de principiante. Com certeza um dos melhores curtas que eu vi recentemente.
Terror, suspense e drama estão presentes em perfeita sintonia. Mas não se deixe enganar, assista até o final e se delicie com esse maravilhoso trabalho.
(Peço que os leitores que não gostam de terror, ou suspense, deixem seus preconceitos de lado, pois o curta vale cada segundo)
Em uma entrevista, Mathieu disse: "... Eu fiz esse curta sem dinheiro e pedindo favores de todos os lados. Espero que no futuro próximo eu possa mostrar a visão que eu realmente tinha em mente e não apenas parte dela..."
Como eu já disse: gravem esse nome.
Outros trabalhos, aqui.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Curta The Bench/Le Banc: Devaneios Adultos
"The Bench/Le Banc" é um curta realizado pela autora de livros infanto juvenis Kitty Crowther e por Bruno SalAmone. Crowther é uma das mais consagradas autoras desse gênero no mundo. Ela já foi indicada duas vezes ao Prêmio Hans Christian Andersen de literatura e em 2010 foi vencedora do Astrid Lindgren Memorial Award.
Bruno SalAmone é um design, ilustrador, reconhecido pelos seus traços únicos. Responsável por várias ilustrações em livros e criação de animações na internet.
A beleza das histórias de Crowther sofre uma pequena alteração de meio e de temática, ou não. Passando do textos para um animação e saindo de temas simplesmente infantis para um tema adulto, as belas ilustrações características de seu trabalho estão presentes, em traços delicados e suaves.
Delicado e suave é como esse belo curta pode ser traduzido. As sensações que ele provoca são familiares em qualquer idade. Um simples banco de praça, um homem e sua imaginação, que se transforma em profundas reflexões.
Sutileza e beleza também são perceptíveis na trilha sonora, uma música de Sissi Lewis ( não achei a referência, se alguém souber, por favor informe).
Portfólio de Bruno SalAmone, aqui.
Mais sobre Kitty Crowther, aqui.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Insônia
Insônia é um curta português que recebeu o prêmio de Melhor Curta-metragem no Festival de Arouca 2008. É uma produção de Hernâni Duarte Maria e Pedro Noel da Luz. Uma noite de insônia angustiante e de forte impacto psicológico.
Perturbem-se.
Insónia/Insomnia Paradoxon Produções 2007 from Paradoxon Produções on Vimeo.
Perturbem-se.
Insónia/Insomnia Paradoxon Produções 2007 from Paradoxon Produções on Vimeo.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Trigger Happy Hands, um curta bizarro.
Que tal uma metáfora para preconceitos, misturando violência e palhaços?
E se isso tudo ainda fosse baseado em uma música de uma banda de rock?
E se essa banda tivesse nome e reconhecimento no cenário?
Trigger Happy Hands é o curta de Andreas Nilsson, feito com base na música do grupo Placebo, single do álbum "Battle For The Sun : Redux Edition!" e que leva o mesmo nome do curta. Nilsson é artista e diretor conhecido por seus clipes feitos para algumas bandas alternativas como: Fever Ray, MGMT, Goldfrapp, José González, White Lies, etc.
Ao realizar o curta ele criou uma metáfora no mínimo estranha, no entanto as cores e fotografia são muito bem trabalhadas, a história também é legal, meio clichê, mas o uso de palhaços como protagonistas foi uma boa e interessante sacada.
Não consegui achar o vídeo legendado, está em inglês, no entanto, se você não sabe inglês é possível entender a história facilmente.
Se você curte humor negro, aguarde até o final, se não, vale 10 minutos do dia mesmo assim.
Se alguém conseguir o video legendado, por favor deixe recado.
Site oficial de Nilsson, aqui.
E se isso tudo ainda fosse baseado em uma música de uma banda de rock?
E se essa banda tivesse nome e reconhecimento no cenário?
Trigger Happy Hands é o curta de Andreas Nilsson, feito com base na música do grupo Placebo, single do álbum "Battle For The Sun : Redux Edition!" e que leva o mesmo nome do curta. Nilsson é artista e diretor conhecido por seus clipes feitos para algumas bandas alternativas como: Fever Ray, MGMT, Goldfrapp, José González, White Lies, etc.
Ao realizar o curta ele criou uma metáfora no mínimo estranha, no entanto as cores e fotografia são muito bem trabalhadas, a história também é legal, meio clichê, mas o uso de palhaços como protagonistas foi uma boa e interessante sacada.
Não consegui achar o vídeo legendado, está em inglês, no entanto, se você não sabe inglês é possível entender a história facilmente.
Se você curte humor negro, aguarde até o final, se não, vale 10 minutos do dia mesmo assim.
Se alguém conseguir o video legendado, por favor deixe recado.
Site oficial de Nilsson, aqui.
sábado, 25 de setembro de 2010
A Flor ( The Flower)
Vi no Haznos, achei didático. Excelente vídeo que aborda a questão da legalização das drogas, tendo como tema a descoberta de uma flor. Assistam e entendam o por quê de certas flores serem proibidas.
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